Aprovação:

Aprovado pela Comissão de Ética dos HUC - Hospitais da Universidade de Coimbra

Financiamento:

Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida
Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida (Proc. 11-7.3/2004)

Instituto de Psicologia Cognitiva
Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social (IPCDVS) - FPCEUC (Linha de Investigação Relações, Desenvolvimento & Saúde)

Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Fundação para a Ciência e Tecnologia (SFRH/BD/19126/2004)

Instituições:

Unidade de Intervenção Psicológica
UnIP - Unidade de Intervenção Psicológica Maternidade Daniel de Matos

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação - Universidade de Coimbra

Alto Comissariado da Saúde
Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida


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Introdução

Após a descrição dos primeiros casos de SIDA no início dos anos oitenta (nos EUA), assistiu-se, nas décadas que se seguiram, ao aumento rápido do número de infectados em todo o Mundo.

Actualmente, nenhum país ou Continente é poupado a esta epidemia, e apesar dos avanços consideráveis que se fizeram no que diz respeito ao tratamento das pessoas infectadas, a SIDA continua a ser uma doença incurável. Como tal, a única maneira de nos protegermos contra ela será através da prevenção, ou seja, evitando comportamentos que possam constituir um risco para a aquisição do vírus responsável pela doença: o VIH ou Vírus da Imunodeficiência Humana.

A Mulher desempenha um papel fulcral no alastrar desta epidemia, pois pode transmitir a doença a terceiros, não só através das relações sexuais e do contacto com o seu sangue, mas também porque pode transmiti-la aos seus filhos durante a gravidez e o parto. Este último facto é tão importante, que hoje podemos afirmar que a quase totalidade dos casos de SIDA na infância é devida à transmissão do VIH das mães aos seus filhos.

Poder-se-á então fazer alguma coisa para proteger as crianças, filhas de mães infectadas? A resposta a esta questão é afirmativa e esta publicação destina-se precisamente a esclarecer sobre o que pode e deve ser hoje oferecido às grávidas seropositivas no sentido de lhes proporcionar um seguimento e um tratamento adequados da Infecção VIH e, ao mesmo tempo, reduzir o risco de a transmitir aos seus bebés.

Apresentação do Projecto de Investigação

Para conhecer melhor os processos psicológicos associados à problemática da infecção VIH no contexto da gravidez, uma equipa de médicos e psicólogos/multidisciplinar (ver Equipa) desenvolveu um projecto de investigação que se desenvolveu no Departamento de Medicina Materno-Fetal, Genética e Reprodução Humana/Maternidade Doutor Daniel de Matos dos Hospitais da Universidade de Coimbra.

Neste estudo, as mulheres grávidas (e respectivos companheiros) foram avaliados desde a incursão na Consulta de Obstetrícia-Infecciosas da Maternidade Doutor Daniel de Matos até 2 a 4 dias após o nascimento do bebé.

[ver página da Comunidade Científica]



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